Segunda-feira, 23 de Abril de 2018
Esporte

Ta na área Cidadão As principais causas da perda de paciência do torcedor com Ceni

Coluna esportiva Tá na Área Cidadão, com Cláudio Fonseca claudio.ananda@globomail.com

Publicada em 23/06/17 as 16:08h

por Cláudio Fonseca


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 (Foto: Divulgação)
⚽ Dia 8 de dezembro de 2016, o presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, apresentou Rogério Ceni, o maior ídolo da história tricolor e goleiro aposentado desde 2015, como técnico do elenco de futebol profissional do clube. Já à época, quando as especulações sobre a possibilidade tomaram os noticiários, constatou-se uma divisão notória até mesmo entre os próprios torcedores são-paulinos. 

Dois eram os receios: a falta de experiência de Rogério Ceni no cargo e o risco de um ícone do clube ter sua imagem arranhada. Seis meses depois, o Mito, como é carinhosamente chamado pelos fãs, está longe de ser uma unanimidade. As críticas, antes ponderadas, agora esbravejam contra Ceni, que se vê diante de uma situação inédita em toda vida futebolística. Sob o comando do atual treinador, o São Paulo disputou 33 partidas: venceu 14, empatou 10 e perdeu nove. Foram 54 gols marcados e 39 sofridos. 

A equipe foi eliminada pelo Cruzeiro na quarta fase da Copa do Brasil, caiu na semifinal do Campeonato Paulista frente ao Corinthians e amargou um dos maiores vexames de sua história ao ser despachada pelo modesto Defensa y Justicia, da Argentina, em pleno Morumbi, logo na primeira fase da Copa Sul-Americana. No Campeonato Brasileiro, já são quatro rodadas sem vitória. O time é apenas o 14º colocado após nove jogos, com 10 pontos, só um a mais que o primeiro integrante da zona de rebaixamento.

Rogério Ceni não gosta de ser avaliado apenas pelos resultados. Esse é praticamente o mantra do técnico a cada entrevista coletiva desde que assumiu o cargo. Entretanto, apesar da obviedade do peso da ausência de sucesso nas metas estabelecidas, as críticas, já em tom elevado, que pairam sobre o trabalho de Rogério Ceni não se limitam apenas aos "números frios", como o próprio comandante tricolor denomina.
O crédito e a tranquilidade para trabalhar que fora resguardado até aqui em função do escudo constituído pela idolatria do torcedor começam a apresentar vulnerabilidade. Pela primeira vez, Rogério Ceni se vê ameaçado e questionado por boa parte daqueles que sempre o aplaudiram de pé. Os são-paulinos têm se manifestado, e muito. 

*A coluna Tá Na Área Cidadão do Jornal Cidadão listou as principais reclamações e observações sobre o trabalho de Rogério Ceni.

-Demora para definir uma forma de jogar, 

-Diretoria atrapalha com planejamento mal feito, 

-Contradições entre discurso e escolhas, 

-Uso excessivo das estatísticas e dificuldade em assumir erros, 

-Críticas públicas a jogadores do elenco e até a Tite. 

⚽TÁ NA ÁREA CIDADÃO 
✒Claudio Fonseca



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